Rombo do prefeito do PTB em Montalvânia beira a R$ 1 milhão

CGU constata irregularidades em 37% das verbas repassadas a Montalvânia Prejuízos chegam a R$ 948.849,06
Saiu o relatório sobre a fiscalização realizada pela Controladoria Geral da União no município de Montalvânia, em novembro de 2007, sob escolta da Polícia Federal. A fiscalização abrangeu a análise de recursos federais repassados ao município entre janeiro de 2001 e setembro de 2007, pelos Ministérios do Turismo, da Saúde, da Educação, da Integração Nacional, do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e das Cidades. O resultado é estarrecedor, afirmou o advogado Geraldo Flávio de Macedo Soares. Ele era presidente da organização não-governamental de combate à corrupção Vidac (Verdade, Independência e Desenvolvimento da Associação Cochanina) e foi responsável pelo levantamento dos principais indícios de irregularidades que desencadearam a fiscalização da CGU. Foi constatado que do montante R$ 2.627.419,60 repassado, os prejuízos aos cofres públicos chegaram a R$ 948.549,06 (37% do total). O relatório da fiscalização tem 57 páginas, é assinado pelo chefe da CGU em Minas Gerais, Cláudio Azevedo Costa, e aponta como principais responsáveis pelos prejuízos o prefeito do PTB, José Florisval de Ornelas, membros da Comissão Permanente de Licitações e dirigentes da Secretaria Municipal de Educação e da Fundação de Saúde de Montalvânia. Entre os envolvidos são mencionados os nomes de Reycilane Sebastiana Cordeiro da Silva, Ronailson Pereira do Nascimento, Antônio Júnior Pereira Oliveira, Vênus Carvalho Delmondez (presidente da Fundação de Saúde de Montalvânia), Izabel Vieira dos Santos, Wady Marinho Dourado, Doriedson Dourado Reis, Idalina Guedes da Silva Ferreira, Hosana Peixoto Sales (Secretária Municipal de Educação) e Rafael Gomes Fernandes. Todas as irregularidades investigadas e apontadas pelo advogado Geraldo Flávio de Macedo Soares, através da ONG Vidac, foram confirmadas. Uma cópia do relatório já está em poder da Polícia Federal e da Procuradoria da República. As informações serão usadas para a instauração de inquéritos e ações civis públicas, visando à responsabilização cível e criminal dos envolvidos.
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fhcoliva@terra.com.br
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