O inédito silêncio de Roberto Freire

Também retirado da transcrição de fita veiculada pelo Zero Hora, de Porto Alegre, transcrevo mais um trecho da fita que o vice-governador Paulo Feijó (DEM) gravou de sua conversa com o então chefe da Casa Civil gaúcha, César Busatto (PPS). Eles falam sobre a falta de maioria do governo tucano na Assembléia Legislativa e como o problema é contornado. Mais um trecho que a imprensa passa ao largo, omite por ser conveniente à trinca PSDB-DEM-PPS.
“(…)
Feijó: Sim, não tem base partidária na Assembléia.
Busatto: É. Acaba tendo que fazer concessões importantes. Os partidos aliados são os grandes partidos do Estado.
Feijó: E eu não tenho dúvida disso.
Busatto: Tu pegas tanto o Banrisul quanto o Detran, são alguns…
Feijó: Claro, são os dois maiores. Fora o PT.
Busatto: Tu concorda que (inaudível) o PMDB e o PP.
Feijó: Claro.
Busatto: Então, entre nós, podemos deixar isso claro. Eu não tenho dúvida de que o Detran é uma grande fonte de financiamento.
Feijó: Do PP?
Busatto: Não é verdade? E o Banrisul, com certeza, né, nesses quatro anos.” (…)
Vejam o PPS também está no centro da questão, participa do governo gaúcho. Até aí, nada demais, estranho é o silêncio de seu presidente nacional, o ex-deputado Roberto Freire, sempre tão prolixo!

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