A queda de braços entre Ruy Muniz e Vittorio Medioli continua

No último sábado, o candidato Ruy Muniz ganhou na justiça a proibição de divulgação de uma pesquisa do jornal O Tempo, alegando que a dita cuja era fajuta, por não apresentar as especificações técnicas e científicas exigidas pelo TSE – Tribunal Superior Eleitoral. “Mesmo fora desses padrões e com resultados tendenciosos, uma dessas pesquisas, com o carimbo de um velho conhecido instituto denominado CP-2, teria sido vendida aos tablóides Tempo e Super Notícia, os mesmos que publicaram denúncias infundadas contra o candidato da coligação O futuro agora, Ruy Muniz, no último final de semana”. Leia AQUI.
Segundo O Norte: “a publicação da referida pesquisa, neste domingo, teria sido impugnada na justiça e apresentava uma diferença fantástica entre o primeiro e o terceiro colocados, com empate técnico entre os dois primeiros candidatos. Até os números vazaram e chegaram ao conhecimento da redação de O NORTE, sendo, pela ordem, 43, 40 e 9, contrariando todos os outros resultados de pesquisas sérias e idôneas revelados até agora.
O apelo feito pelos próprios candidatos a prefeito é para que a população fique atenta quanto a previsíveis manipulações de pesquisas neste período que antecede as eleições de 5 de outubro. Os tablóides de Belo Horizonte considerados de terceira linha seriam os veículos usados para inundar a cidade com esses falsos resultados”.
Já o jornal
O Tempo publicou hoje (02-09) o seguinte:
“O deputado estadual Ruy Muniz (DEM), candidato a prefeito de Montes Claros, teve negado por parte da Justiça Eleitoral pedido de direito de resposta contra os jornais O TEMPO e Super Notícia. Os jornais divulgaram uma série de reportagens mostrando que ele é investigado por órgãos estaduais e federais pelo suposto desvio de R$ 100 milhões dos cofres públicos. As investigações envolvem várias empresas dirigidas por Ruy Muniz e lideradas pela Sociedade Educativa do Brasil (Soebras), que no ano passado teve cassado o seu registro de entidade filantrópica. As investigações estão sendo realizadas pela Polícia Federal, INSS, Corregedoria Geral da União (CGU) e pelos ministérios públicos Estadual e Federal. Além de ter negado o pedido de direito de resposta, Muniz será obrigado a ceder parte do seu horário de propaganda eleitoral, no rádio e TV, para o PV e para o deputado estadual Luiz Tadeu Leite (PMDB), acusados por Muniz de participação na divulgação das denúncias contra ele. O juiz Frederico Espírito Santo Araújo, da 325a Zona Eleitoral, ressaltou em seu despacho em que nega o pedido de resposta contra as publicações e analisa o conteúdo das reportagens que os jornais não são autores da imputação de tais fatos ao deputado, de forma a configurar calúnia. “Apenas se limita a noticiar que tais possíveis condutas estão sendo investigadas por órgãos do governo. Assim, seriam esses órgãos do governo e não o jornal quem em tese poderiam ter ofendido a hora do candidato Ruy Muniz”.
O Tempo lembrou que na semana passada Ruy Muniz já havia sofrido duas derrotadas, ao ter negado outro pedido impetrado na Justiça Eleitoral contra a circulação em Montes Claros dos jornais O TEMPO e Super Notícia.
Mais derrotas
“A disputa de quem ganha o discurso de que a administração do atual prefeito de Montes Claros, Athos Avelino Pereira (PPS) – candidato à reeleição –, vem executando ou não obras em parceria com os governos do Estado e federal já chegou à Justiça. No primeiro embate o candidato Ruy Muniz (DEM), saiu perdendo, pois sua empresa Indyugraf Ltda, que possui um jornal, foi condenado a pagar multa de 5.000l UFIRs (Unidades Fiscais de Referência) pela prática de calúnia e difamação contra o prefeito. O juiz Eleitoral Frederico do Espírito Santo Araújo acatou pedido da coligação que dá sustentação à reeleição de Athos Avelino. Em matéria divulgada dia 14 do mês passado, o jornal de Muniz afirmou queo Avelino deixou de aplicar verbas de convênios firmados com órgãos do governo federal. Com base na liminar concedida pela Justiça o jornal tinha até o dia 21 passado, para publicar o direito de resposta o que não aconteceu. Além da multa, Muniz não conseguiu cancelar a distribuição de panfletos com propaganda eleitoral de Avelino”.
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