Ricardo Veloso, candidato do PSDB de Bocaiúva pode ser cassado

Os candidatos da coligação “A Força do Povo”, Ricardo Veloso e Juarez Santana (vice), à Prefeitura de Bocaiúva, no Norte de Minas, podem ter os registros de suas candidaturas cassados pela Justiça Eleitoral. Eles têm até a próxima terça-feira para apresentarem suas defesas, na 44ª Zona Eleitoral, da acusação de crime eleitoral.
Na última quinta-feira, a juíza Rozana Silqueira Paixão determinou a busca e apreensão de panfletos fraudulentos nos comitês de campanha de Veloso e Santana. O candidato alterou o resultado de pesquisa de intenção de voto realizada na cidade pelo instituto CP2. A intenção foi mostrar falsa vantagem sobre seus concorrentes na disputa eleitoral: Valtim da Emater, da coligação “Bocaiúva Não Pode Parar”, e Betinho Dentista, da coligação “Bocaiúva de Todos”. Os dados da pesquisa foram registrados na Justiça Eleitoral, mas a coligação de Veloso adulterou os mesmos e os reproduziu em panfletos, comícios, carros de som, nas rádios da cidade e no programa eleitoral. “O resultado divulgado pelos candidatos contém uma margem ensejadora de potencialidade para desequilibrar o pleito eleitoral, ocasionando notório impacto nos eleitores e prejudicando os demais candidatos”, sentenciou a juíza. Ação Ao perceber a fraude e o impacto negativo sobre o eleitorado, a coligação “Bocaiúva Não Pode Parar” ajuizou ação contra os candidatos Ricardo Veloso e Juarez Santana com o pedido de cassação de suas candidaturas. A juíza Rozana Silqueira Paixão concedeu liminar proibindo a divulgação das informações incorretas. Em seu despacho, ela afirma que, se confirmado, “o fato constitui em grave violação da Lei Eleitoral, além de evidente possibilidade de desequilíbrio entre os participantes do certame”.
Fitas Além de mandar apreender os panfletos, a juíza Rozana Silqueira Paixão intimou as rádios Clube e 104 FM a enviarem ao cartório eleitoral as fitas contendo todas as gravações dos programas em que foram veiculados os resultados da pesquisa eleitoral. A magistrada fixou em cinco dias o prazo para os acusados se defenderem.
“Fatoconstituiem grave violaçãoda Lei Eleitoral”
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