Quilombolas de Brejos dos Crioulos continuam ameaçados por milícias armadas

“Quilombo, Quilombo não vive cansado!
É melhor morrer lutando do que ser escravizado!”
O grito de desabafo foi puxado por um remanescente quilombola na tarde da última quarta-feira, 26, na Câmara Municipal de Montes Claros, durante audiência pública realizada pela Relatoria Nacional para os Direitos Humanos à Alimentação Adequada e Terra Rural.
Despejos ilegais e esvaziamento de acampamentos por milícias armadas, lentidão do Incra e ação truculenta da Política Militar do Estado de Minas Gerais foram alguns dos problemas relatados pelos quilombolas. Além disso, existem dificuldades para trabalhar na pequena área “deixada” pelos latifundiários para os descendentes de escravos, burocracia estatal que parece não ter fim e ameaças de morte feitas por jagunços contratados.
No Brejo dos Crioulos, situado nos municípios norte-mineiros de São João da Ponte, Verdelândia e Varzelândia, ocorrem freqüentemente disparos pequenos de armas de fogo contra essas populações tradicionais, mas também há disparos de quase 100 tiros de fazendas da região em direção a essas pessoas.
Veja AQUI a matéria completa da Arquidiocese de Montes Claros.
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