Tadeu Leite é um caloteiro. Mentiras e incoerências de um governo ruim de véspera

Não há, em absoluto, nenhuma justificativa para o calote que o prefeito Luiz Tadeu Leite está dando em centenas de servidores que prestaram serviço a Montes Claros e a seu povo, que hoje ele representa.
Não há razão de ordem legal nem financeira para que ele não pague a folha de dezembro e as rescisões contratuais de quem trabalhou.
Dentro das recomendações técnicas e jurídicas, a administração anterior empenhou os pagamentos para o mês de janeiro, como é praxe, procedimento adotado pela grande maioria dos municípios brasileiros. Aliás, em consonância com a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Em dezembro, justificadamente, não havia como bancar duas folhas salariais – a de novembro e a do mês vigente, além das rescisões do pessoal que ocupava cargos de confiança.
É bom esclarecer que a folha de um mês é sempre paga no mês seguinte, no quinto dia útil, como sempre foi feito na gestão passada. Portanto, o pagamento de dezembro deveria ser feito em janeiro, independentemente de quem estaria sentado na cadeira de prefeito.
A alegação de falta de dinheiro é mentirosa. Havia cobertura financeira, como houve em todos os meses dos últimos 4 anos, inclusivenos meses de janeiro. Tanto que o atual prefeito pagou a folha parcialmente, contemplando apenas os funcionários efetivos. Agora, Tadeu alega que está sofrendo seqüestros nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Outra justificativa vazia. Seu antecessor, Athos Avelino, assumiu em 2005 tendo que conviver com a marcação cerrada da Justiça, que reteve inúmeros recursos do município para pagar precatórios de responsabilidade justamente do senhor Luiz Tadeu Leite, quando este foi prefeito anteriormente.
No entanto, Athos pagou, integralmente, a folha e as rescisões deixadas pelo ex-prefeito Jairo Ataíde. Incluindo, claro, os secretários. E fez mais: pagou, também, férias vencidas e não gozadas, que não tinham sido incluídas nas rescisões, mas que são um direito de quem trabalhou. Desconsiderados esses motivos o que sobra? O velho modo de fazer política de Tadeu, baseado nas modalidades perseguição e revanchismo.
A cada dia que passa ele inventa uma nova mentira para fugir do seu dever. Ao não cumprir condignamente a função que ocupa pretende atingir seu antecessor, mas prejudica centenas de pessoas e seus familiares. Mandar quem prestou serviço ao Município procurar o ex-prefeito para receber o que lhe é de direito é mais uma molecagem de Tadeu Leite. Uma falta de respeito sem precedentes.
Quem não lembra?
Para enganar o eleitor incauto, um dos motes da campanha de Tadeu dizia: “Tadeu mudou. Pode confiar”. Passado o pleito, ele continua o mesmo. Ou melhor: conseguiu mudar para pior.
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