Jairo Ataide no centro do banco dos réus, ao lado de Paulo Maluf

A revista Isto É que em 2007 mostrou políticos de Montes Claros envolvidos no escândalo do mensalão dos tucanos, dentre eles, o deputado estadual Gil Pereira, do PP, esposo da vice do “diverticuloso” que recebeu R$ 70 mil reais; Arlen Santiago, do PTB, através de seu assessor, Fernando Macedo, que recebeu R$ 50 mil reais; Jairo Ataíde, do DEM, ex – PFL, através da esposa, deputada Ana Maria, PSDB, que recebeu R$ 50 mil reais; Sued Botelho, ex-vice-prefeito de Montes Claros, do PT, que recebeu R$ 5 mil reais e todos os vereadores da legislatura passada que receberam R$ 28 mil reais, já que a matéria não cita quais os edis (leia AQUI), volta a destacar Montes Claros na rota da corrupção.
Desta vez, o envolvido é novamente o deputado do DEM, Jairo Ataíde.
Segundo a matéria, o destino do mandato do “ficha-suja” ex-prefeito de Montes Claros está nas mãos dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) juntamente com 44 dos 594 parlamentares do Congresso Nacional.
Levantamento realizado no STF pela reportagem de ISTOÉ revela que pesam contra eles crimes variados como sequestros, homicídios, formação de quadrilha e, lógico, corrupção. Para quem acredita que “todo político é ladrão”, pode parecer pouco que 7,5% dos integrantes do Congresso estejam a ponto de perder o mandato. Mas eles não respondem por meras suspeitas, acusações de adversários políticos ou investigações preliminares – atendem ao último estágio da Justiça.
Os 45 parlamentares estão juridicamente no banco dos réus porque a Procuradoria-Geral da República encontrou, nos diversos casos que analisou, elementos suficientes para acusá-los. E um ministro da suprema corte do Brasil entendeu que nos processos havia um número necessário de provas para que eles sejam finalmente julgados. Isso significa que, a partir de agora, estes sete senadores e 38 deputados, dentre eles, Jairo Ataíde, têm duas opções.
Na melhor das hipóteses, eles poderão ser inocentados pelos votos dos 11 ministros – e foi exatamente isso que aconteceu na tarde da quarta-feira 18 com o deputado Sérgio Moraes do PTB do Rio Grande do Sul. Moraes respondia por crime de responsabilidade em três processos. Quando foi prefeito de Caxias do Sul, ele proibiu os guardas de trânsito de multar os carros da prefeitura. Logo ele, que preside a Comissão de Ética da Câmara.

Na pior das hipóteses, eles serão condenados e assim, com base no que determina a Constituição, perderão imediatamente seus mandatos.
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