Acorda Prefeito: Estamos em 2009

Uma boa iniciativa da secretaria de cultura em reviver o projeto Papo em Dia em Montes Claros, para um município carente na área ao qual não se justifica o pseudônimo de “cidade da arte da cultura”.
Mas a pressa continua inimiga de um projeto bem montado.
Com a idéia de ser itinerante, o “Papo em Dia” será um papo mensal, só pra começar.
Como já sabemos, alguma pessoa deve avisar o Tadeu que ele está no ano de 2009. Isso para que ele possa repassar a informação ao seu secretariado, quando conseguir reunir todos em um único dia – é um tal de viajar pra lá e pra cá… que ninguém entende –.
Não estamos mais na década de 80. E como já foi comentado em toda a mídia, o staff do Tadeu é antigo, assim como sua cabeça, retrógrado, feito de amigos, gambiarras e todos outros adjetivos para mostrar como não montar uma administração.
Mas isso é bom, porque não vai dar certo, e vai dar a oportunidade à população em mudar seu voto na próxima eleição.
Voltando ao fato, o primeiro aspecto que merece destaque: o projeto colocado em um bar no centro da cidade, esteve bem ao estilo do Tadeu Paz e Amor. Sem gentalha.
Uma elite montesclarense, entre as classes culturais, jornalistas pagos, médicos artistas, e meia dúzia de verdadeiros nomes ligados à arte, convidados a fim de se sentirem homenageados por nada.
Ou seja, em sua segunda aparição pública, Tadeu não empolga, está apagado, fugindo das pessoas a quem achavam que teriam um emprego em sua administração e o principal, mostra como governar os próximos 3 anos e meio: livre de aporriação do povo.
O segundo, terceiro e por aí vai, vão ser descritos de forma direta.
Internet
Será que o prefeito sabe desta invenção?
Porque não foi feito um site do projeto para se ler poesias do povo, colocar rostos no telão, frases de apoio a arte e a cultura correndo através de letreiros no recinto com os respectivos nomes e bairros como acontece nos programas de TV, abrir inscrições para eleger através do site o artista revelação do mês, entre outros…
Gente, a Internet existe para isso, para interagir as pessoas.
Montar uma banquinha cultural em que os artistas pudessem colocar lá seus livros.
Bem que a secretaria de cultura podia sortear alguns destes livros na noite – logicamente depois de comprá-los nas mãos dos artistas – e aproveitar a presença deles já para autografar.
Alguns quadros poderiam estar espalhados em cavaletes, independentes de estarem presos na parede.
Um banner (a ascom sabe o que é isso?) de algumas referências da história artista e cultural de Montes Claros.
Esqueceram Godô, Hermes, Ciro, Darcy…
Entre um músico e outro, porque não colocam um artista para fazer humor, contar piadas, interagir (a ascom sabe o significado desta palavra?) com o público… no outro intervalo um poeta… e o mais importante: não discriminar ninguém pelo partido ou bandeira que carrega ou carregou. (Arte é arte, não é política né Braúna?!)
É, e assim caminha Montes Claros. Sem comando, abandonada, sem vergonha na cara, sem ideologia, sozinha como estrela solitária.
Uma estrela solitária…
(PT saudações! Sem boquinha…)
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