Tadeu – o prefeito ficha suja, mandou reprimir o Grito dos Excluídos

No 15º Grito dos Excluídos, 16ª edição em Montes Claros, a concentração teve início neste 7 de Setembro, às 6:30 da manhã com uma missa celebrada pelo Arcebispo Metropolitano Dom José Alberto Moura, no estacionamento da Prefeitura, com a presença de centenas de militantes das Pastorais de Base e dos muitos movimentos Populares, dentre eles, o MST.
Logo depois, os militantes tentaram acompanhar o desfile oficial, mas foram reprimidos pela Guarda Municipal e até cavalaria, a mando do prefeito de Montes Claros, Luiz Tadeu Leite, do PMDB, para intimidar os manifestantes porque além do tema “Vida em primeiro lugar” e o lema “A força da transformação está na organização popular”, o objetivo do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral era também colher assinaturas para o projeto de lei de iniciativa popular que proíbe a candidatura de políticos condenados em primeira instância na justiça, caso do prefeito de Montes Claros.
Após quatro tentativas da Polícia Militar e da Guarda Municipal (chamada ironicamente de “poliça de Tadeu”) de conter o movimento ao longo da avenida, o Grito dos Excluídos conseguiu terminar o trajeto onde foi aplaudido por todos que assistiam ao desfile.
Segundo uma das coordenadoras do movimento, a assistente social Sônia Gomes Oliveira, do Comitê de Combate à Corrupção, nunca houve tanta repressão em Montes Claros como aconteceu hoje. “É um absurdo a forma que este prefeito trata as manifestações. Mas não vamos nos intimidar, pelo contrário, estaremos mais fortes e mais mobilizados no ano que vem”. Protestou Sônia.
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