PATRUS MUDA O DISCURSO E JÁ PENSA EM ROER AS CORDAS

O ex-ministro petista Patrus Ananias disse ontem que não ocuparia o cargo de vice na chapa de Hélio Costa (PMDB).
“Não sou candidato a vice-governador. E uma mudança na minha opção dependerá de muitas conversas. Em princípio, o meu desejo é o de não participar de nenhuma eleição”, afirmou.
Hoje, Patrus desconversou e já admite ser vice se Lula pedir. Claro que Lula vai mandar…
O nome do ex-ministro de Desenvolvimento Social e Combate à Fome Patrus Ananias para que ele aceite ser o candidato a vice-governador é a estratégia para diminuir as resistências dentro do PT e ainda atrair a militância, não muito animada com o acordo tardio firmado com o PMDB. Essa é a primeira vez desde a fundação do PT mineiro, em 1980, que o partido não lançará candidato ao Palácio da Liberdade.
Culpa da turma do Pimentécio.
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O caos foi instalado em Montes Claros com a cumplicidade do PT

Com plenário lotado de lideranças comunitárias e desportistas, por 11 votos a favor e um contra, do vereador Claudim da prefeitura (PPS), a câmara municipal aprovou em regime de urgência projeto de lei que autoriza o poder executivo a repassar recurso da ordem de R$ 900 mil ao time de vôlei de Montes Claros.
Único a votar contra o projeto, Claudim justifica seu voto por entender que este não é o momento de repassar o recurso.
– Não sou contra o esporte, até porque ele representa vida, saúde e lazer para todos nós. No entanto, este não é o momento de votar o repasse, pois temos muitos outros problemas para ser resolvidos e que requer urgência, como a falta de médicos e equipamentos nos postos de saúde. Com pessoas morrendo com dengue e calazar, a prioridade não deve ser o vôlei -, afirma o parlamentar.
Jogando para a platéia
O vereador Alfredo Ramos fez um discurso contrário ao repasse de verba pública em benefício do filho do prefeito, mas votou a favor, para não desagradar seu chefe.
Não custa lembrar que o Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Montes Claros aderiu esta administração caótica, centralizadora, perseguidora… por causa de meia dúzia de cargos “na cota” dos parlamentares Virgílio Guimarães, Paulo Guedes e Alfredo Ramos, deixando o PT de Montes Claros cúmplice do caos instalado nesta cidade.
Enquanto isso, a Esurb está entregue as traças e virou uma verdadeira casa de mãe Joana, segundo o vereador da base pastor Altemar. E seu presidente Marcos Maia, do PT, que exerce o papel de rainha da Inglaterra, fica de bico calado.
Já o Sindicato dos Servidores, seu eterno presidente preferiu jogar a história no lixo. Hoje, lamentavelmente, a entidade é refém daquele que mais perseguiu os servidores. Num passado cheirado a recente, seus asseclas, com apoio do vereador Alfredo, invadiram sua sede e expulsaram seus diretores. Só mais tarde que a Justiça anulou o golpe. Para não cair no esquecimento, não custa lembrar dos petista que entregaram o partido para o caloteiro prefeito de Montes Claros: Alfredo Ramos, Valmore, Lêda Clementino, Petronilho Narciso, Raimundão, Fabinho do Rip Rop, Sandra Veloso, Ralime, Aroldo Pereira, Barcellhos, Hilário Bispo, Carlos Viana, Sérgio, Judith, Orozimbo, Paulão, Bira, Emerson, Laura, Celecina, Arlúcio e Nivaldo.
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Patrus nega que será vice de Hélio Costa

O ex-ministro petista Patrus Ananias negou que ocupará o cargo de vice na chapa de Hélio Costa (PMDB.
“Não sou candidato a vice-governador. E uma mudança na minha opção dependerá de muitas conversas. Em princípio, o meu desejo é o de não participar de nenhuma eleição”, afirmou. Patrus esperava que a cabeça de chapa fosse destinada ao PT, mas foi derrotado pelo grupo de Pimentel, que vem destruindo o partido no estado inteiro.
Patrus sabe que mesmo ele assumindo o cargo de vice, o petista que tem vergonha na cara não vai abraçar a candidatura de Hélio Costa.
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Molecagem: depois de derrotar o PT, Pimentel entrega partido para PMDB

Uma mensagem a todos os membros de O PT que a gente quer
O ex-prefeito Fernando Pimentel anunciou nesta segunda-feira em seu Twitter que não será mais candidato ao governo de Minas. “Amigos, agradeço a todos q me apoiaram na pré-campanha. Vamos anunciar a chapa Helio governador, Pimentel senador. E Dilma presidente!”, postou o ex-prefeito hoje à tarde. A declaração ocorreu pouco antes de o PT e o PMDB anunciarem oficialmente o nome do ex-ministro Hélio Costa como cabeça de chapa da aliança dos dois partidos em Minas na disputa para o governo estadual.
Segundo o Portal G1, o ex-ministro Hélio Costa afirmou que seu vice também será do PT. Ele não quis revelar o nome que dividirá a chapa majoritária. “Vamos ter outra figura muito importante do PT de Minas como vice”.
Reginaldo faz acordo com Hélio Costa
Ainda segundo o G1, o presidente do PT mineiro, Reginaldo Lopes, afirmou que agora será feito um trabalho junto à militância para se defender a candidatura de Hélio Costa. Ele destacou que a vitória de Costa na disputa interna entre os partidos aconteceu pela influência na questão nacional.
“Nenhuma decisão no PT é simples. Mesmo quando a escolha é entre nós, já é disputado. Então, a partir de agora, é um outro momento com todo mundo unificado pelas candidaturas de Hélio Costa para o governo e Fernando Pimentel para o Senado”, disse Lopes ao Portal.

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PREFEITURA INCHADA E ENDIVIDADA POR LEITE

Como aconteceu em seus outros mandatos, quando recebeu a Prefeitura saneada dos seus antecessores Antônio Lafetá Rebello e Mário Ribeiro e entregou sucateada para seus sucessores, Mário Ribeiro e Jairo Ataíde, Leite recebeu do ex-prefeito Athos Avelino uma prefeitura com dinheiro em caixa e vários convênios assinados. Prova disso é que todas as obras de sua administração foram feitas com dinheiro deixado por Athos. Mesmo assim, em 2010, o Município já sente os reflexos de uma gestão caótica e irresponsável em 2009, seu primeiro ano de mandato.
São dezenas de dívidas, via contratação de milhares de funcionários, aumentando em mais de 50% a folha de pagamento, passando de R$ 8 milhões para mais de R$ 12 milhões. Enquanto isso, o prefeito não paga médicos, hospitais, rescisões e fornecedores, deixando a cidade suja, esburacada e com epidemia de dengue e calazar. Segundo o Relatório Quadrimestral da Prefeitura enviado para a Câmara Municipal, atendendo exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal, a folha de pagamento em novembro de 2009, foi de R$ 12. 580, 060, 56 (a estimativa é de que já esteja beirando os R$ 14 milhões), incluindo o salário de R$ 19.457, 29 do próprio prefeito, que supera o do governador Antônio Anastasia e até mesmo o do presidente Lula, cotados em R$ 10.500 e R$ 16.250, respectivamente. O salário da vice-prefeita também é gordo – R$ 12.970,23.
Talvez seja por isso que a sua promessa de campanha de construir nos primeiros meses de governo um hospital das mulheres não passou de mais uma propaganda enganosa. De acordo com o Relatório de 48 páginas, a meta da Prefeitura em 2009 era de arrecadar R$ 481.500,000,00. Foram arrecadado apenas R$ 381.871,983,87, ficando uma diferença de R$ 99.628,016,13. Mas o prefeito alega que a queda na arrecadação de transferências correntes foi em função da crise econômica, o que impediu as transferências de capital previstas. Ele disse que serão adotadas medidas duras para combater a sonegação fiscal. Entre elas, ajuizar ações para cobrança da dívida ativa.
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A saudade do escravo na velha diplomacia brasileira, por Leonardo Boff

As elites brasileiras, tidas por Darcy Ribeiro como das mais reacionárias do mundo, nunca aceitaram Lula porque pensam que seu lugar não é na Presidência, mas sim na fábrica produzindo para elas. A nossa imprensa comercial é obtusa face ao novo período histórico que estamos vivendo. Por isso abomina também a diplomacia de Lula.
Leonardo Boff
O filósofo F. Hegel em sua Fenomenologia do Espírito analisou detalhadamente a dialética do senhor e do escravo. O senhor se torna tanto mais senhor quanto mais o escravo internaliza em si o senhor, o que aprofunda ainda mais seu estado de escravidão. A mesma dialética identificou Paulo Freire na relação oprimido-opressor em sua clássica obra Pedagogia do Oprimido. “Com humor comentou Frei Betto: “em cada cabeça de oprimido há uma placa virtual que diz: hospedaria de opressor”. Quer dizer, o oprimido hospeda em si o opressor e é exatamente isso que o faz oprimido”. A libertação se realiza quando o oprimido extrojeta o opressor e ai começa então uma nova história na qual não haverá mais oprimido e opressor, mas o cidadão livre.
Escrevo isso a propósito de nossa imprensa comercial, os grandes jornais do Rio, de São Paulo e de Porto Alegre, com referência à política externa do governo Lula no seu afã de mediar junto com o governo turco um acordo pacífico com o Irã a respeito do enriquecimento de urânio para fins não militares. Ler as opiniões emitidas por estes jornais, seja em editoriais seja por seus articulistas, alguns deles, embaixadores da velha guarda, reféns do tempo da guerra-fria, na lógica de amigo-inimigo é simplesmente estarrecedor.
O Globo fala em “suicídio diplomático” (24/05) para referir apenas um título até suave. Bem que poderiam colocar como sub-cabeçalho de seus jornais: “Sucursal do Império”, pois sua voz é mais eco da voz do senhor imperial do que a voz do jornalismo que objetivamente informa e honestamente opina. Outros, como o Jornal do Brasil, têm seguido uma linha de objetividade, fornecendo os dados principais para os leitores fazerem sua apreciação.
As opiniões revelam pessoas que têm saudades deste senhor imperial internalizado, de quem se comportam como súcubos. Não admitem que o Brasil de Lula ganhe relevância mundial e se transforme num ator político importante como o repetiu, há pouco, no Brasil, o Secretário Geral da ONU, Ban-Ki-moon. Querem vê-lo no lugar que lhe cabe: na periferia colonial, alinhado ao patrão imperial, qual cão amestrado e vira-lata. Posso imaginar o quanto os donos desses jornais sofrem ao ter que aceitar que o Brasil nunca poderá ser o que gostariam que fosse: um Estado-agregado como são Hawaí e Porto-Rico. Como não há jeito, a maneira então de atender à voz do senhor internalizado, é difamar, ridicularizar e desqualificar, de forma até antipatriótica, a iniciativa e a pessoa do Presidente. Este notoriamente é reconhecido, mundo afora, como excepcional interlocutor, com grande habilidade nas negociações e dotado de singular força de convencimento.
O povo brasileiro abomina a subserviência aos poderosos e aprecia, às vezes ingenuamente, os estrangeiros e os outros povos. Sente-se orgulhoso de seu Presidente. Ele é um deles, um sobrevivente da grande tribulação, que as elites, tidas por Darcy Ribeiro como das mais reacionárias do mundo, nunca o aceitaram porque pensam que seu lugar não é na Presidência mas na fábrica produzindo para elas. Mas a história quis que fosse Presidente e que comparecesse como um personagem de grande carisma, unindo em sua pessoa ternura para com os humildes e vigor com o qual sustenta suas posições.
O que estamos assistindo é a contraposição de dois paradigmas de fazer diplomacia: uma velha, imperial, intimidatória, do uso da truculência ideológica, econômica e eventualmente militar, diplomacia inimiga da paz e da vida, que nunca trouxe resultados duradouros. E outra, do século XXI, que se dá conta de que vivemos numa fase nova da história, a história coletiva dos povos que se obrigam a conviver harmoniosamente num pequeno planeta, escasso de recursos e semi-devastado. Para esta nova situação impõe-se a diplomacia do diálogo incansável, da negociação do ganha-ganha, dos acertos para além das diferenças. Lula entendeu esta fase planetária. Fez-se protagonista do novo, daquela estratégia que pode efetivamente evitar a maior praga que jamais existiu: a guerra que só destrói e mata. Agora, ou seguiremos esta nova diplomacia, ou nos entredevoraremos. Ou Hillary ou Lula.
A nossa imprensa comercial é obtusa face a essa nova emergência da história. Por isso abomina a diplomacia de Lula.
Leonardo Boff é teólogo e escritor.
Fonte: Blog do Gleber
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Rosane e Débora, em duo de voz e violão

A intérprete Rosane Souto e a violonista Débora Félix se apresentam na próxima terça-feira, 8 de junho, às 21 horas, no Jac`s Forneria. As duas, que integram a trupe dos novos talentos musicais de Montes Claros, prometem um repertório com muito pop e MPB. Elas têm formação erudita, mas trilham a estrada do popular há algum tempo, se apresentando, separadamente, em bares e festivais.
A idéia de se apresentar em dupla vinha sendo amadurecida desde o ano passado. A decisão de colocar o projeto em prática veio da constatação de laços comuns nos estilos de ambas. Nos ensaios, essa reciprocidade musical ficou evidente. “Temos, basicamente, a mesma formação e gosto apurado para determinado tipo de canção. A Débora é uma música de muito talento e sensibilidade, o que vem em sintonia com o trabalho que me proponho a realizar. Por isso, resolvemos juntar tudo. Acredito que o resultado será satisfatório”, explica Rosane Souto.
Rosane e Débora estudaram música na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e no Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez. Mas, foi no pós-academia, colocando o pé na estrada, que apuraram seu talento e sonoridade musicais.
“Nós temos muito em comum em termos musicais. Acredito que essa interação é que faz com que nossa música flua com a delicadeza e, ao mesmo tempo, o amadurecimento que o público deseja”, diz Débora Félix, que atualmente participa do Grupo Folclórico “Zabelê” como violonista, com o qual já participou de diversos eventos e festivais no Brasil e no exterior. Também atua como integrante da Orquestra Sinfônica de Montes Claros do Conservatório de Música Lorenzo Fernandez.
Considerada uma das maiores cantoras de Montes Claros, Rosane Souto é dona de estilo próprio. Sua voz, delicada e intimista, a coloca como um dos maiores talentos musicais da nova geração.
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Rosane e Débora
Voz e Violão
8 de junho
21 horas
Jac`s Forneria
Avenida Deputado Esteves Rodrigues, 85-A
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SOBRE ELAS
ROSANE SOUTO tem formação clássica. Participou de várias óperas, entre elas Os Troianos, A Força do Destino, Carmem e o Fantasma da Ópera, com diversos grupos, dentre os quais o Grupo Lírico Bezzi.
Com A Força do destino se apresentou no Palácio das Artes.
Canta nos corais Júnia Melo Franco, Lorenzo Fernandez e Universitário, já tendo se apresentado em várias partes do país, como em Aracaju, Santos, São Lourenço, Varginha e municípios do Norte de Minas.
– Integrou o Projeto 4 Cantos.
– Cantou no aniversário de 15 anos da Babaya Escola de Canto, em Belo Horizonte.
– Foi finalista do Festival de Música Viola dos Gerais.
– Participou da gravação do CD Ensamble Lirais.
DÉBORAH FÉLIX é formada em Artes/Música pela Unimontes.
Atualmente, integra o Grupo Folclórico “Zabelê” como violonista,
sob a coordenação da professora Maria Lúcia Macedo, com o qual participou recentemente de gravação de um CD.
Com o “Zabelê”, já participou de diversos eventos e festivais no Brasil e no exterior. Também atua como integrante da Orquestra Sinfônica de Montes Claros do Conservatório de Música Lorenzo Fernandez, com apresentações em vários concertos.
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